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Desporto
1400 alunos disputam 15.º Corta Mato Escolar do concelho
de Cascais
17 de Dezembro/9h00/Hipódromo da Quinta da Marinha
No âmbito dos Jogos Desportivos Escolares, realiza-se na terça-feira,
17 de Dezembro, a partir das 9h00, no Hipódromo da Quinta da
Marinha, o 15.º Corta Mato Escolar do Concelho de Cascais.
A iniciativa, promovida pela Câmara Municipal de Cascais e pela
Escola Secundária de Carcavelos, vai reunir naquele espaço 1400
alunos provenientes de 26 estabelecimentos de ensino oficial
e privado, do 2.º e 3.º ciclo e do Ensino Secundário.
Os participantes foram seleccionados com base nas várias provas
de corta-mato realizadas nas escolas que frequentam, tendo sido
apurados em cada escola, os 10 melhores em cada escalão para
disputar o 15.º Corta Mato Escolar do concelho de Cascais.
Os melhor classificados ficam apurados para o Corta Mato Distrital.
As distâncias a percorrer variam entre os 1000m e os 3000m de
acordo com o escalão em que cada aluno está inserido, num total
de 10 escalões/corridas.
No final de cada corrida será efectuada a entrega de prémios
aos cinco primeiros classificados de cada escalão. O final da
Prova está previsto para as 12h30.
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Teatro de marionetas "Pedro e o Lobo" alegra manhãs de domingo
Cascais,
"As Manhãs de Domingo" em Cascais prometem uma vez mais animar
as crianças do concelho com a realização no domingo do espectáculo
"Pedro e o Lobo" e de um atelier de construção e manipulação
de marionetas.
Trata-se de um programa de animação infantil da Câmara de Cascais,
que teve início em Novembro, realizando-se uma vez por mês no
Centro Cultural da vila, com o objectivo de desenvolver a capacidade
das crianças de manuseamento de vários materiais, de reciclagem
dos mesmos e a manipulação das marionetas por elas criadas.
A cargo da companhia Fio D+Azeite, o espectáculo, com início
às 10:30, parte do conto musical para crianças "Pedro e o Lobo",
do compositor russo Sergei Prokofiev, e utiliza, além das marionetas,
alguns brinquedos como uma nova forma de concepção e manipulação
de marionetas.
De acordo com a autarquia, o espectáculo conta a história de
um menino igual a tantos outros, que apreendem experimentando
e que foi adaptada ao trabalho que a companhia tem vindo a desenvolver
com os contos tradicionais.
No átrio do Centro Cultural de Cascais, o atelier terá lugar
às 11:30 e visa a construção das marionetas pelas crianças a
partir de vários materiais como tintas, papeis, cartolinas e
objectos do quotidiano.
O Fio D+Azeite - Grupo de Marionetas, criado em 1992, pertence
à Associação Chão de Oliva - Centro de Difusão Cultural, em
Sintra, que desenvolve várias actividades de formação, animação
e criação, no campo do teatro, da dança, mas também das artes
plásticas e da música.
As actividades têm entrada livre, estando no entanto as participações
no atelier sujeitas a inscrição prévia, já que existe uma lotação
máxima de 15 crianças, dos seis anos aos dez anos.
As sessões vão decorrer também ao longo do próximo ano, sendo
os espectáculos apresentados por um grupo de teatro convidado
pela autarquia, que também orientará os ateliers. |
Sintra: Cinema regressa à vila com protocolo Cinemateca/Museu
Arte Moderna
Filmes históricos vão animar as tardes de sábado no Centro Cultural
Olga Cadaval, em Sintra, dias 11 e 18 de Janeiro próximo, através
de um protocolo celebrado hoje entre a Cinemateca Portuguesa
- Museu do Cinema e o Museu de Arte Moderna.
Esta iniciativa de colaboração devolve a 7/a Arte àquela vila
histórica, mediante a exibição de fitas seleccionadas pela Cinemateca,
integradas num ciclo intitulado "Memórias Vivas do Cinema".
Este, por sua vez, cruza-se com a mostra "Territórios Singulares",
patente no Museu de Arte Moderna entre 26 de Outubro de 2002
e 15 de Fevereiro de 2003.
Inaugurada pelo primeiro-ministro, Durão Barroso, nela se faz
um confronto entre a arte portuguesa e internacional, documentado
com um texto do poeta e crítico João Miguel Fernandes Jorge.
Nos dois sábados de Janeiro já programados vão ser exibidas
as obras "Casablanca", de Michael Curtiz (1943), "Spellbound",
de Alfred Hitchcock (1945), "O Toiro Enraivecido", de Martin
Scorsese (1980) e "Titanic", de James Cameron (1997). No intervalo
das projecções realizar-se-ão visitas ao Museu.
As sessões (duas por cada tarde de sábado) decorrerão no Centro
Olga Cadaval, edifício contíguo ao Sintra Museu de Arte Moderna
e onde em tempos funcionou o Cinema Carlos Manuel.
"Penso que os sintrenses vão gostar de assistir a filmes, de
novo, naquele espaço", observou à Agência Lusa a directora do
Sintra Museu, Maria Nobre Franco. Nos termos do mesmo protocolo,
o Sintra Museu cede à Cinemateca, durante aproximadamente um
mês, cinco obras do acervo da colecção Berardo alusivas à 7/a
arte e que serão expostas durante a cerimónia de inauguração
das suas novas instalações na rua Barata Salgueiro, em Lisboa.
Nessa ocasião, que deverá decorrer na primeira semana de 2003,
está prevista a presença do Presidente da República, Jorge Sampaio.
Quanto aos filmes a projectar em Sintra, serão cedidos gratuitamente
pela Cinemateca, que também disponibiliza um projeccionista,
precisou Maria Nobre Franco à Lusa.
Este protocolo foi firmado hoje à tarde no Sintra Museu de Arte
Moderna pelo seu administrador, comendador José Berardo, pelo
presidente da Cinemateca, João Bénard da Costa, pelo presidente
da Câmara Municipal de Sintra, Fernando Seara, e pelo Conselho
de Administração da SintraQuorum.
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Raul
Solnado prolonga conversa à solta no Estoril até final de Janeiro
O "sucesso" da conversa à solta do actor Raul Solnado, no Wonder
Bar do Casino Estoril, levou ao seu prologamento até finais
de Janeiro,
Estas conversas "têm sido um grande êxito e dois meses são pouco
para uma carreira de 50 anos de espectáculo", afirmou o director
artístico do Casino Estoril.
Raul Solnado faz estas "Converas" desde 03 de Novembro, todos
os sábados, a partir das 23:00, no Wonder Bar.
Em jeito de café-concerto, o actor vai conversando com os espectadores.
"São conversas da história do teatro que podem demorar uma hora
ou até duas horas e meia, tudo depende da interacção estabelecida
entre Solnado e o público", explicou Júlio César.
"Um testemunho único de uma grande vida, para rir e reflectir",
acrescentou.
"A guerra de 1908" ou "É do inimigo" tornaram Raul Solnado um
nome de primeiro plano do palco, popularidade que a televisão,
através da série "Zip Zip", aumentou extraordinariamente.
A televisão trouxe-lhe "milhões de admiradores", como afirmou
à imprensa, recordando outros êxitos de sua autoria, designadamente
"A visita da Cornélia" e "E o resto são cantigas".
"Diapositivos, cenários de tempos idos, de sítios visitados,
de públicos e de tanta gente querida" ilustram estas "Conversas".
Raul Solnado nasceu em Lisboa, na Madragoa, em 1929, bairro
onde pela primeira vez pisou o palco. O nome de Solnado trouxe
a família de uma expressão que ouvira na aldeia de Fundada (Tomar):
"Acordem que já é sol nado". Desde o palco da Sociedade Guilherme
Cossul, Solnado tornou-se primeira figura em diversas revistas
do Parque Mayer, em Lisboa, ao lado de nomes como António Silva,
Humberto Madeira, Vasco Santana entre outros, e em muitas comédias
que se mantinham em cartaz durante anos. Desde a sua estreia,
a 14 de Fevereiro de 1953 na revista "Canta Lisboa",
Raul Solnado considera ter-se tornado "uma fábrica de rir".
Recentemente foi agraciado com a medalha de ouro da cidade de
Lisboa, por ocasião do 50º aniversário da sua carreira artística.
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Lisboa:
Festa de fim de ano é no Parque das Nações Lisboa,
O Parque das Nações, em Lisboa, foi o local escolhido pela Câmara
Municipal para a festa de revéillon, que este ano vai ser animada
por bandas portuguesas e estrangeiras e pelo habitual espectáculo
de fogo de artifício.
A festa arranca às 22:00 em dois espaços distintos do Parque
das Nações: a Praça Sony e o Pavilhão de Portugal.
A coberto da pala do Pavilhão de Portugal, duas orquestras vão
revezar-se noite dentro de forma a oferecer músicas de dança
de salão, tocadas pelo Septeto de Baile, e alguns "clássicos"
dos anos 60, 70 e 80 interpretados pelo grupo de Luís Portugal,
ex-Jafumega. João Pedro Pais, Pedro Abrunhosa e os cubanos "Orishas"
ficarão responsáveis pela animação da Praça Sony, onde os espectáculos
estão agendados para começar também às 22:00.
Este ano, o fogo de artifício, que terá uma duração de 15 minutos,
vai ficar a cargo da empresa vencedora do Festival Internacional
de Fogo de Artifício de Xangai e responsável pelo espectáculo
de fim de ano da Madeira - a Macedo & Cª Pirotecnia. "Olá Ano
Novo! Olá Lisboa!" é o tema do fogo de artifício, que se realizará
sobre quatro barcaças fundeadas no Tejo.
Pela primeira vez, Câmara de Lisboa, Associação Turismo de Lisboa
e Parque das Nações unem-se para realizar a festa de fim de
ano, que, segundo o vereador responsável pelo evento, Pedro
Pinto, custará 500 mil euros (100 mil contos).
Consciente de que a preparação do evento começou um pouco tarde,
Pedro Pinto acredita que a partir do próximo ano este tipo
de festas será feito de forma a atrair turistas estrangeiros,
à semelhança do que acontece actualmente noutra capitais europeias.
"Queremos criar um clima, tal como existe em Londres, que leve
as pessoas a passarem esta quadra, que vai desde o Natal até
ao fim de ano, em Lisboa", disse Pedro Pinto, apontando a história
da cidade, a arquitectura, o bom tempo e a segurança como algumas
das boas razões para visitar Lisboa.
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Cascais:
4.500 obras ilegais detectadas no concelho,
830 serão demolidas Cascais, - A Câmara de Cascais detectou
4.500 de casos de obras de habitação e armazéns ilegais, 830
dos quais vão começar a ser demolidos a partir de Janeiro, declarou
à Agência Lusa o vereador dos Assuntos Jurídicos, Marques Guedes.
Os dados constam de um levantamento exaustivo, relativo à última
década, realizado desde Março pela Câmara de Cascais. "Deste
número, 402 dizem respeito a armazéns clandestinos, sem licença
ou qualquer possibilidade de legalização face ao Plano Director
Municipal, pelo que serão demolidos a partir de Janeiro. 428
são imóveis ilegais para habitação construídos de raiz, e não
meras ampliações, que serão destruídos a partir de Março", avançou
à Lusa, o vereador Marques Guedes.
De acordo com o autarca, tratam-se de obras ilegais realizadas
de raiz e com áreas de construção superiores a 50 metros quadrados,
o que significa que há mais de 70.000 metros quadrados de área
construída nestas condições no concelho.
"Quisemos começar pelas situações mais preocupantes. A sensação
que temos é que estamos perante números extraordinários. Nota-
se, pelo volume dos processos relativos aos armazéns, que há
um mercado paralelo bastante lucrativo, senão não havia tantos.
Só na semana passada fechámos um pavilhão com 1.000 metros quadrados
em fase final de instalação do sistema eléctrico", exemplificou.
Quanto às restantes ilegalidades, acrescentou, dizem respeito
a questões menores, como o fecho das varandas e a criação de
marquises, a construção de anexos e a transformação de garagens,
entre outras.
Nestes casos, ou a situação pode ser legalizada ou então será
feita a sua remoção, explicou Marques Guedes, frisando que "tem
havido uma grande sensibilização e esforço pelos munícipes no
sentido de legalizar estas pequenas situações junto dos serviços
camarários".
O vereador garantiu também que "não será por falta de verba
que a Câmara deixará algum dia de actuar em todas estas situações
de ilegalidade", adiantando que o Orçamento para 2003 terá um
reforço de verbas para esta área quatro vezes maior. "Multiplicámos
por quatro o orçamento que será reforçado para cerca de 748.000
euros (150.000 contos)", garantiu Marques Guedes, salientando
que "é preciso criar uma mentalidade nova no concelho de Cascais
para fazer face à selva urbanística".
"As pessoas habituaram-se a estas situações, que chegaram a
limites impensáveis. Agora têm de perceber que é a sua própria
qualidade vida que está em causa. Há que inverter esta lógica
de violar as regas fundamentais", defendeu.
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