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Foi um campeonato com muito suor, conquistado jornada
a jornada, no final regado com champanhe, muita emoção e lágrimas.
Naquela tarde, o resultado foi escasso para a exibição mas chegou
para soltar o grito da vitória. Mais que os 90 minutos de jogo,
tinha sido longa a espera dos adeptos canarinhos pela tão desejada
subida de divisão do seu Estoril Praia. Depois, foi a festa. No
terreno de jogo, nas bancadas, no balneário. Não houve foguetes,
talvez reservados para a última jornada do campeonato, mas houve
champanhe, com os artistas, despidos de preconceitos, a festejar
com entusiasmo o objectivo final. Para dirigentes e técnicos era
o cenário para contida emoção. Para o ano a luta continua mas por
agora há que assumir a subida já sem o malfadado B. Textos e fotos:
António Felício
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